terça-feira, 30 de setembro de 2008

Da série: a vida é mesmo uma piada pronta!

Uma das coisas que salvam em mim é meu senso de humor. Cara, ele é bom!
Se não fosse, já teria há muito sucumbido nessa vida.
Eu sei que minha vida é um seriado, por isso tiro dela o máximo de piadas que posso, isso quando elas já não vem prontas.
Tipo, contrata-se uma (ex?) profissional do sexo para uma palestra em um evento.
Ela falta. Não foi uma P_ _ _ MANCADA?? F_ _ _ _ _ todo mundo!(complete as lacunas, amiguinho!)
Enfim... a vida segue!

domingo, 28 de setembro de 2008

Tendências....

Tudo anda muito relativo, isso é fato. Tanto que nem quem a gente é, sabemos. Aliás, a gente é?
Enfim, não sei se só eu reparo, mas já algum tempo observo que cores também são relativas e têm classe social... Tente passar incólume em uma loja com preços acima de R$500. O nome da cor deve ser mais caro também.
Preto vira berinjela;
Verde, pode ser pistache, alface, militar;
Azul é céu e atualmente BLUEBERRY, o finado azul petróleo, ditado como o NOVO PRETO (mas... não era azul?????!!!!);
bege vira NUDE (com a mão no bolso???) ;
roxo é uva e agora JUQUEÍ (faltou um R, NÉ? Só pode...)!
SEMI PRETO é grafite;
mas, pra mim, os top são: o PITON, uma cor q enquanto concretude, representa a fragmentação furtiva da cor enquanto cobra (oi?), um SEMI - BRANCO que é OFF - WHITE.
Até a poesia anda relativa... como é que o Toquinho comporia com um barulho desses?

Família não é sangue, família é sintonia

Minha mãe é uma defensora dos animais. Ok que pra ela animais = cachorros fêmeas, mas, ela se condói com a causa. Muitos ambientalistas não fariam tão bem, uma vez que, pra ela, cachorro também é gente!
Perdemos uma cachorra ano passado, fato que virou um tabu, tamanho apego dela à cachorra: NUNCA MAIS QUERO OUTRA! - alardeAVA ela, até então.
Ontem apareceu uma aqui no portão. Poodle também. Pequenininha. Olhos nos olhos.
NÃO POSSO DEIXÁ-LA NA RUA, ATÉ ENCONTRAR O DONO!
...
Ela ainda não tem nome, mas já é uma Reis.
Ganhei outra irmã!

Quem sabe, faz ao vivo

Tem gente que tem talento nato, nasceu para brilhar!
Pessoas que têm a capacidade de se destacar, fazer coisas como ninguém faria, surpreender, ir além.
Admiro gente assim!
Passamos horas nos produzindo, buscando valorizar o melhor que há em nós e vem alguém, simples, na dela, magrela, baixinha e consegue dominar a situação.
O que ela faz? Fiscaliza a presença de farmacêuticos AOS DOMINGOS À TARDE, só pra eles não estarem mesmo, porque estão se divertindo, descansando, curtindo a família.
Sei sim, é norma, sou super a favor! Mas, que tal uma quarta-feira?
É tem gente que não sabe brincar, tem gente que anda mais sozinha que a gente.
Sou fã!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Parada Final

E eles entraram no vagão, seus corpos, melhor dizendo. Mãe e filho, não há como negar: olhar triste, perdido, semelhanças de alma, mais marcantes que o biotipo, mais marcantes que o cordão que um dia os ligou. Sim, já tiveram conexão.
E ela se sentou ali, distante dele, que por sua vez, deu-lhe as costas levando consigo seu ponto fixo no nada, algo que o acompanha diariamente, um peso um tanto grande para uma criança.
Pontos fixos assim costumam carregar adultos, já com uma certa idade, diante das agruras da vida.
Mal se mexia, as freadas do metrô não o incomodavam, estava acompanhado, tinha seu ponto.
Cadeiras vagas, ela se aproxima. Inicia seu monólogo, tentando parecer simpática, reclama a organização da casa e sorri. Tentando parecer próxima, pega-lhe a mão. Ele responde com um olhar, mas era apenas para constatar que as unhas estão sujas e mal cortadas.
De volta ao ponto fixo, ele aguarda a próxima estação.
Não do metrô, mas da vida.

Reticências

Muito tempo tentando concluir histórias, fechar ciclos, buscar novos sentidos, apegar-me à conclusões.
Interrogações...
Cansada de ficar muda, paralisada, às vezes, meio perdida, sem diretriz ou direção.
Exclamações...
Abrir parênteses, novos parágrafos e travessão.
Travessia!
Enfim, no fim das contas, no fim de tudo...
o que menos se usa, é mesmo o ponto final

terça-feira, 23 de setembro de 2008

A hora do adeus

Tô tendo que me despedir de tanta coisa... que tem horas, que me faltam palavras... que bom que vc tem escrito por mim!

TEM UMA HORA
QUE É HORA DE IR,PARTIR PRA PODER FICAR,
TALVEZ MARCADO, TALVEZ APENAS LIMITADO, ALIVIADO DAS DORES.
TEM UMA HORA
QUE O SILÊNCIO DIZ POUCA COISA,
NOS DEIXA À MERCÊ DOS INSTINTOS
NÃO MENOS HUMANOS QUE AS DORES.
TEM UMA HORA QUE É PRECISO LARGAR TUDO
E FICAR APENAS COM O QUE NÃO NOS SOBRA,
COM O QUE NÃO É NOSSO.
TEM UMA HORA,
QUE É HORA DE DIZER ADEUS, E NÃO SOFRER COM ISSO,
APENAS SUSTENTAR AS PALAVRAS COM A FORÇA DOS OLHOS.
E SE CHORAR, DESCOBRIR QUE É HORA DE PERDER AS HORAS.

(DAN)