terça-feira, 3 de novembro de 2009
Eu
3+1s se relacionam bem com machos, principalmente os AMIGOS. Tem grandes problemas com outras fêmeas no bando, principalmente, se elas agirem como fêmeas. Fêmeas em bando também são inimigas naturais de 3+1.
3+1s interagem com machos acima de 1,70m, importante a presença de pêlos, chamada vulgarmente de barba, na face. Há também um componente fundamental: banho, comum em espécies de paises tropicais.
Machos que se relacionam com 3+1, como estratégia de defesa e interação também foram evolutivamente selecionados nos seguintes aspectos: inteligência, senso de humor ácido e "pegada".
Há, porém, um tipo de macho com o qual 3+1 não tem boa convivência. Uma espécie híbrida, conhecida como HOMEM BANANA. Pesquisas comprovam que esta espécie, ainda que macho, não possui uma caracteristica fundamental que é ATITUDE, o que afasta rapidamente espécies de 3+1.
A principal presa de 3+1 é uma espécie esquisita de animais oportunistas. É comum ver ataques de 3+1 a bandos desses animais e impressiona pelo grau de violência e ferocidade. E sem sujar as mãos!!!
É possivel amansar 3+1s, há relatos de convivencias com humanos, sendo avessa a pessoas que não conhece, e também às do tipo burro, chato e folgado. Isso se dá também com espécies com as quais ela convive, em geral.
3+1s FOGEM sob qualquer ameaça de carências, perguntas, mãos na cintura, ciúmes, grude e bjmeligalogo!. Outro traço interessante é sua apatia diante de comportamentos de vitimização, vulgarmente chamada de Síndrome do Coitadinho, esquivando-se.
3+1s odeiam clima frio, e migram em época de verão para o litoral brasileiro.
Uma forma fácil e simples de espantar 3+1s é ouvir próximo ao local onde ela se encontra forró, reggae, arrocha, sertanejo. Para aproximá-la e acalmar, é só ligar um rap ou punk rock.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
So real
True Faith
New Order
Composição: Hague / Gilbert / Morris / Summer / HookI feel so extraordinary
Something's got a hold on me
I get this feeling I'm in motion
A sudden sense of liberty
I don't care 'cause I'm not there
And I don't care if I'm here tomorrow
Again and again I've taken too much
Of the things that cost you too much
I used to think that the day would never come
I'd see delight in the shade of the morning sun
My morning sun is the drug that brings me near
To the childhood I lost, replaced by fear
I used to think that the day would never come
That my life would depend on the morning sun...
When I was a very small boy,
Very small boys talked to me
Now that we've grown up together
They're afraid of what they see
That's the price that we all pay
Our valued destiny comes to nothing
I can't tell you where we're going
I guess there was just no way of knowing
I used to think that the day would never come
I'd see delight in the shade of the morning sun
My morning sun is the drug that brings me near
To the childhood I lost, replaced by fear
I used to think that the day would never come
That my life would depend on the morning sun...
Something's got a hold on me
I get this feeling I'm in motion
A sudden sense of liberty
The chances are we've gone too far
You took my time and you took my money
Now I fear you've left me standing
In a world that's so demanding
I used to think that the day would never come
I'd see delight in the shade of the morning sun
My morning sun is the drug that brings me near
To the childhood I lost, replaced by fear
I used to think that the day would never come
That my life would depend on the morning sun...
sábado, 19 de setembro de 2009
1, 2, 3, 4!
E foi assim, aceitando o convite, que a cadência se iniciou, mas no percurso, o descompasso, o desenlace, o fim da estrofe, mal iniciada, que não deu em música, não deu em nada.
Você me prometeu um reggae. Logo para mim, que sou hard core, eternamente punk rock. Faça você mesmo, três acordes e nada mais.
Ainda assim, aceitei acompanhar, para ver se, de repente, faríamos nosso trip hop, fosse onde fosse, nosso eterno momento lounge.
Mas, virou metal: melódico sim, mas estridente, solos intermináveis, virtuose demais para mim.
Antes que me mate, por favor, melhor terminar!
domingo, 30 de agosto de 2009
Para uma amiga com dor no coração
E eu te digo, minha amiga, uma vez aqui, não temos para onde correr. A gente bem que tenta encontrar formas de driblar toda essa loucura, essa dor, a gente acredita numa tal felicidade e passamos a brincar com ela de esconde-esconde, às vezes a gente parece que achou, ela parece estar em algo, outras vezes em alguém. No alguém, parece que quando ela se esconde e vai embora dói mais...
Aí, a gente fica cheio de perguntas - sim! Porque a felicidade só chega, mas não traz respostas - será que a pessoa vai embora porque quis, ou a felicidade é que a levou, porque não suporta estar parada? Será que ela, sedutora que é, chamou o outro, lá de longe, e ele, enfeitiçado, vai e nos deixa assim, leva um pedaço da gente, pedaço onde ela parecia se encaixar.
Cazuza já dizia que amor a gente inventa pra se distrair e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu. Penso que ele falava dessa tal felicidade e não do amor... porque acho mesmo que a gente quer a felicidade porque viver é difícil demais.
Mas, ainda assim, não há o que você faça, não há o que você seja, não há como voltar no tempo que correu. Quando alguém decide ficar com você, ele abre mão da felicidade, porque conviver, VIVER COM, é ir para o real e sair da ilusão. Então, tem compensações, mas não a felicidade.
Pena que, por acreditar nisso, a gente abra mão de si, abra mão do outro, e acha que é infeliz e por não ter feito o outro feliz é que ele se foi. Amar é uma escolha e, como toda escolha, precede uma renúncia. Não há como amar e não abrir mão de um leque de convicções, certezas, concessões, manias, erros, defeitos, que por aí vai e se abre e se concede todos os dias ao outro o direito de ser ele mesmo, ainda que você quisesse, sentisse ou achasse de outra forma
Então, fique tranquila! Ele foi porque quis, e se, ele perceber que a felicidade não existe, talvez ele volte. Volte pra dizer que quer sim, uma vida com você, do seu jeito, do jeito dele, como der pra se arranjar, apesar de tudo, apesar de vocês e que, se a felicidade quiser, ela pode fazer parte, mas não ser condição. Aliás, que não haja nenhuma condição, mas haja mesmo amor.
Amar é o APESAR DE, como eu, sua amiga, te amo, mesmo que muitas vezes não concorde, mesmo que em outras não aceite, mesmo quando você me irrita. Aí é que te amo mais, te amo porque você é humana e isso me torna próxima a você e consigo, pacientemente esperar suas mudanças, caso você decida por fazê-las, e não achar que perdi tempo, porque sua essência é o que, de fato, me importa.
Amar é mais saber o momento de deixar o outro ir do que estar com ele, essa é minha frase mesmo e é só o que posso te dizer por hora.
Independente de quem vá ou fique, eu tô aqui, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até que a morte nos separe.
Fique bem!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Ah! Eu já sabia!!!
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Everlasting Love
Nos dizem que, por exemplo, que temos que ser felizes e que não seremos felizes sem alguém.
E vamos nos adequando, de maneira inadequada, sem nenhuma pretensão maior que o desejo de sermos felizes, simplesmente porque escutamos, porque aprendemos a identificar comportamentos que nos disseram ser manifestações de um sentimento bom e necessário para a tal felicidade, aprendemos a não perdoar quem não demonstra tais afetos nos moldes assim definidos. Aprendemos a esperar o amor, nos apaixonando, como condição e prerrogativa.
Nós, na verdade, não. Nunca me apaixonei, e não sendo eu um padrão para muitas coisas, criei paixões para mim, acreditei nelas, mas, inadequava-me também, na maioria das ocasiões.
Sim! Aprendemos a fingir paixões para nos adequarmos...
Porém, quando o sentimento em nós está para além das convenções, uma calmaria aqui no peito serve de bússola indicando que o caminho é esse mesmo, ainda que o tempo feche.
Vejo a paixão como um sentimento caprichoso e egoísta, cheio de impurezas com o qual as pessoas se contentam, na busca de algo que traga um sentido para suas vidas, disfarçado da tal felicidade. Há quem perca a graça da vida sem se apaixonar, há quem viva de paixões como necessidade, forma de se manter vivo, esquecendo-se de si e do outro, ainda que pareça o contrário.
A paixão existe para a gente não sucumbir. Não aprendemos a amar e a aceitar o amor, em estado puro, etéreo, desmaterializado, despersonificado.
O amor em estado puro, mais que aproximar os corpos, afasta, pois não é pálpavel. Amar é aceitar mais a hora da partida que da chegada. Às vezes, é tanto amor que o corpo não aguenta e na sua ausência, o amor se faz presente.
É muito sentido, pouco corpo, poucas palavras. Não dá mais!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Ao bom entendedor
"Não me faça nenhum favor
Não espere nada de mim
Não me fale seja o que for
Sinto muito que seja assim
Como se fizesse diferença
O que você acha ruim
Como se eu tivesse prometido
Alguma coisa pra você
Eu nunca disse que faria o que é direito
Não se conserta o que já nasce com defeito (tipo.. oi? VOCÊ, É CLARO!)
Não tem jeito
Não há nada a se fazer
Mesmo que eu pudesse controlar a minha raiva
Mesmo que eu pudesse conviver com a minha dor
Nada sairia do lugar que já estava
Não seria nada diferente do que sou
Não quero que me veja
Não quero que me chame
Não quero que me diga
Não quero que reclame
Eu espero que você entenda bem
Eu não gosto de ninguém"
